Como se o vento batesse
As cinco horas todo dia
E em sua porta recebesse
Instruções para a travessia
É como se soubéssemos
Como se tivessem nos dado
Nos avisado
Sem suar
Sem descalçar as botas da tranquilidade
Quando sonho eu finjo que verdade
Quando acordo quero o mundo outro
Me quero morto
E aplaudido
A partilha errata
A evolução inconsequente de um equívoco
Já não busco sentimento recíproco
Desde que soube que o homem inventou a mata
O mar a natureza e tudo que é falado
Tudo que é registrado
Pode ser interpretado
Os nomes foram inventados
O mundo, foi introduzido ao erro
Partilha (errata)
Partido ao meio
O corpo todo aberto
Aberto à interpretação
Partilha Errata
This entry was posted on sexta-feira, 8 de janeiro de 2016 and is filed under Poesia. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.
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