Com o silencio do peito
Reconheço o primeiro soneto
Apresentado no Desconcerto
Como toda e qualquer coisa
Que por errada está certa
Entre e deixe a porta aberta
E me encontre no inexato
Não se intimide pelo ato
Este é feito só de cenas
De coisas tão pequenas
Que de velho, dizem não ter conserto
E então resta ao Desconcerto
Lembrar o público
Que por menos “especial”
Ainda que marginal
É único