os Polos da indiferença

Cólera final
Último soco na parede
Se fere, se bate, se arrepende
Se lembra que é reles mortal
Se cura e se permite perdoar
Se ilumina por dentro sem mesmo esperar

Na espera dos dias e meses
Cura-se, seca-se e segue-se em frente
Retrai-se ao extremo em vezes
Tudo fica indiferente

Não lhe rogo meu ódio nem meu amor
Nem repudio ou necessito tua presença
Estes são finitos lados
Extremos
Polos da indiferença

This entry was posted on quarta-feira, 29 de abril de 2015 and is filed under . You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.

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