Cólera final
Último soco na parede
Se fere, se bate, se arrepende
Se lembra que é reles mortal
Se cura e se permite perdoar
Se ilumina por dentro sem mesmo esperar
Na espera dos dias e meses
Cura-se, seca-se e segue-se em frente
Retrai-se ao extremo em vezes
Tudo fica indiferente
Não lhe rogo meu ódio nem meu amor
Nem repudio ou necessito tua presença
Estes são finitos lados
Extremos
Polos da indiferença