Há males que vem como
um trem
Cíclico e enfumaçado
Em um trilho trilhando
sempre o além
Há males que não poupam
ninguém
Não poupa versos nem
costumes
Terna ordem, eles levam
também
Há males maculando
minha alma
Inundando o externo que
vem
Ingênuo, cínico,
estrangeiro, num sonar
Dizendo “há males que
vem para bem”