Olhe minha mente frágil
O tédio grita amor
E passa os dias chorando nu
Como se fosse um favor
E tem gosto de morte
Agora cheira como a dor
Sei que não posso ir embora
Agora sinta meu pavor
Evoluíram a ciência
Mas em consequência
Deixaram-nos para trás
Robôs em peles orgânicas
Nos fazem executar
Peças em palcos de lâminas
Até tento me acalmar
E o publico ao deserto
De olhos bem abertos
Esperando a gente errar
O Palco das Lâminas
This entry was posted on sexta-feira, 26 de abril de 2013 and is filed under Poesia. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.
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