Eram doze
Que por mera subtração viraram oito
Que por uma mentira mal sucedida viraram cinco
Que por preconceito acabaram virando três
Que por simplória rejeição se tornaram duas
Que por suas indiferenças
Suas metas
Tornaram-se uma
Tornando-se assim a mais pura e perfeita forma de vida para si mesmo
E que por falta de impurezas e imperfeições
Morreu triste e sozinho
A Duzia
This entry was posted on sexta-feira, 22 de março de 2013 and is filed under CRMB,Poesia. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.
Marcadores
A Dor
(1)
A quente seguridade da tocaia
(1)
Achados
(1)
Citações
(1)
Contos
(11)
CRMB
(4)
Crônicas
(1)
Curtos
(2)
Duas Vogais
(1)
Microconto
(2)
O Bizarro
(1)
O Dia do Cometa
(1)
O Inaudito Diálogo das Personas
(1)
O Santuário
(1)
Perpendicularidade
(1)
Poesia
(45)
Poesia em prosa
(4)
Todos os homens do mundo
(1)
Vivo em paz ou livre
(1)